Quarta-feira, Março 10, 2010
Sneak Peek 1 do ep. 6x08 "Recon" (Legendado)
Untangled do ep. 6x07 "Dr. Linus" (Legendado)
Comentários do ep. 6x07 "Dr. Linus"
“Porque ficar exilado não foi a pior coisa de seu destino. Terrível mesmo para ele foi perder seu poder.”Ao longo da traumática e por que não dizer triste jornada que levou Ben Linus à Ilha transformando-o no homem que fomos conhecendo, a sede pelo poder em um lugar que ele jamais compreendera de verdade sempre foi sua guia mestre. Foi justamente por causa dessa busca incessante e doentia que ele mentiu, manipulou e matou, ignorando o que é certo e moral. Assim, não deixa de ser curioso (e emocionante também, por que não?) que o vejamos enxergando na dor de outra pessoa (Ilana), a mesma dor que sente por conta de uma escolha errada só para finalmente concluir que poder nenhum valeria à pena se ele jamais pudesse ter o que realmente importava para ele. Aquilo que talvez fosse a única coisa que o tornava humano: o amor genuíno por sua filha Alex.
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A narrativa de “Dr. Linus” brinca ao nos apresentar um Ben que se na realidade paralela não chega nem perto de ser tão assustador como aquele da ilha, tão pouco abre mão de usar ferramentas que facilitem seu caminho na busca por uma posição de poder e destaque. A sutil diferença no entanto, é que na hora H esse Ben prefere recuar em prol de um bem maior que beneficiasse alguém com quem ele se importava. Na prática, o Ben que vimos naquela realidade como um professor querido e respeitado por seus alunos e filho zeloso que cuida de seu pai, Roger (que fala explicitamente sobre a Ilha e sobre a Dharma, é bom ressaltar), tem exatamente as mesmas características de sua porção ‘original’, só que com freios morais muito mais definidos e prementes.
O Dr. Linus que conhecemos é um homem que inegavelmente busca o poder sim, mas que não o faz em detrimento de outros ou por caprichos vazios. Se o da ilha queria o poder do lugar para fazer sabe-se lá o que, uma vez que ele jamais entendera aquilo ali como apontei antes, esse da realidade paralela busca um lugar na cadeira de diretor não porque queria uma sala maior, uma cadeira mais confortável ou uma chance de parar na melhor vaga do estacionamento, mas sim porque, como bem apontou o agora professor substituto Locke, ele parecia realmente se importar com aquele lugar e com uma chance de fazer algo melhor. Nisso, impossível ignorar como as palavras de Locke encontraram um reflexo justamente oposto às de (F)Locke na ilha quando este faz seu último(?) joguete tentando Ben a eliminar aqueles que se opunham a ele (Falso Locke, claro) para poder enfim assumir o tão almejado poder ali.
Desse momento para frente, “Dr. Linus” desconstrói Ben na ilha num trabalho mais uma vez excepcional de Michael Emerson, que na cena da confissão emocionada e autêntica do personagem para Ilana, finalmente parece compreeder que as escolhas feitas até ali só lhe trouxeram dor e tristeza, e que aquele homem que ele achava tê-lo ignorado (Jacob, claro), na verdade tinha fé de que ele pudesse fazer escolhas diferentes e melhores. Dessa forma, quando vemos uma das últimas tomadas do episódio pontuada pela sempre brilhante, e nesse caso específico, arrepiante trilha sonora de Michael Giacchino, mostrando Ben testemunhando aquele reencontro na praia (que por sua vez nos remete a momentos marcantes do início da série, diga-se), estamos testemunhando um homem quebrantado emocionalmente e que parece enxergar para si um real propósito: ser servidor de um bem maior em prol de outras pessoas.
A surpreendente chegada de Widmore à ilha, as cenas de Alpert e Jack, a interpretação dos 'toques' de Jacob e muito mais no post de easter eggs e curiosidades que virá bem mais tarde.
Produtor dá dica sobre o que não veremos no fim de Lost.
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"Já concluímos que a pior coisa que poderíamos fazer seria escolher um caminho seguro demais para deixar todo mundo feliz, em vez de fazer um final que pensamos ser o melhor para a série", disse o produtor. "Estamos tentando fazer algo que seja realmente satisfatório para nós... porque até aqui, geralmente quando nos agrada, o público também acaba gostando. Vamos ver como será dessa vez. Os skaters e os Jaters devem odiá-lo, mas aqueles eternamente confusos podem finalmente ver uma luz no fim do túnel."
Hum... Será que veremos Kate morrendo no fim da série ou será que a veremos simplesmente não escolhendo nenhum dos dois? A conferir, mas honestamente digo que esse é um pedaço da trama que me desperta pouquíssimo interesse. E para você?
Vídeo promocional 6x08 “Recon”
Terça-feira, Março 09, 2010
A confirmação de (mais um) retorno e informações do episódio final de Lost!
Já sabe que tem spoiler abaixo, certo?
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Libby, Michael, Shannon... Todos esses personagens vão reaparecer em Lost antes da série acabar, mas isso você já sabia se acompanha as rodadas de spoilers que repercuto por aqui. Dito isso, na semana passada foi divulgado que mais uma personagem já falecida na série também vai reaparecer. Trata-se de Ana Lucia, personagem de Michelle Rodriguez, que vale lembrar, morreu após ser baleada por Michael e que agora deve ressugir em algum flash sideway.
O contexto da reaparição de Libby tem a ver em parte com a realidade paralela, mas também deve servir para responder enfim o ‘grande’ mistério que envolveu sua personagem. Michael por sua vez, deve aparecer na ilha como um fantasma ao passo que Shannon deve ser vista em cenas da realidade paralela com Boone, outro que já vimos na estreia da temporada. Agora com relação a Ana Lucia, ainda está indefinido em que situação ela ressurgirá.
Os primeiros spoilers do último episódio de Lost!
À princípio, tudo indica que o encerramento da série será feito em 3 partes. Assim, o episódio 16 funcionará como a primeira delas ao passo que as outras duas que serão exibidas juntas através dos episódios 17 e 18 fecharão a série de forma definitiva no dia 23 de maio, um domingo, nos EUA.
Pois é, ontem o Lost Spoilers divulgou uma informação passada por uma fonte, dando conta de uma gravação de estúdio que seria feita envolvendo Jack, Kate, Desmond, Hurley, Sawyer, Faraday e Minkowski. Pela presença dos dois últimos, dá até para imaginar que se trata de cenas da realidade paralela. A fonte da informação não teve como confirmar isso, mas ao dizer que todos os atores estariam envolvidos em cenas que os colocariam submersos na água, parece bem razoável imaginá-los buscando a ilha que vimos no fundo do mar na abertura da temporada, não?
Em tempo, essa mesma fonte especulou que o episódio 15, que mostrará muito do passado de Jacob e do homem de preto e da relação dos dois, muito provavelmente não terá nenhuma cena do presente da ilha envolvendo os outros personagens, o que é desde já bastante curioso.
As perguntas que os fãs de Lost estão fazendo
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Há algum significado no fato de Jacob ter encontrado Hurley depois que ele saiu da ilha em oposição aos outros ‘candidatos’ que encontrou antes do acidente?
“Eu também estava me perguntando isso”, admite Jorge Garcia (Hurley). “Se as pessoas que Jacob visitou antes do acidente foram levadas à ilha por causa da influência dele, então o que levou Hurley à Ilha?” As barras de chocolate Apollo, talvez? Na verdade, Lindelof disse o seguinte, “a questão mais importante é ‘há quanto tempo Jacob observava Hurley?’”
Por que Sun foi a única dos Oceanic Six a não viajar para 1977?
Yunjin Kim acredita que o motivo foi bem prático: “Atrasar o reencontro de Sun e Jin”, diz ela. A boa notícia: Kim disse que já gravou uma cena de reencontro com Jin na ilha, embora diga que ela é bem breve por um bom motivo.
Se o Oceanic 815 nunca caiu e aterrisou em segurança em Los Angeles, então isso significa que todos aqueles que morreram – Libby, Michael, Shannon – ainda estão vivos?
Em alguns casos sim, como ocorre com a namorada de Locke, Helen, o amor de Sayid, Nadia, Charlotte e Shannon, que estão vivas e vão reaparecer antes do fim da série. Mas, com relação a pessoas como Michael e Libby, as coisas não parecem nada boas. “Eu continuo morto”, revela Harold Perrineau, que recentemente gravou cenas com Jorge Garcia onde ele discute sobre Libby.
A data do ultrassom de Claire – como visto no terceiro episódio da temporada – apontava o dia 22 de outubro de 2004. O voo caiu no dia 22 de setembro. O que aconteceu com esse mês de diferença?
“Na verdade aquela data fazia referência a quando o bebê poderia nascer”, esclareceu Lindelof.
Se os losties viajaram através do tempo depois da bomba, como a kombi ainda continuou do mesmo jeito? Deveria aparecer mais velha!
“Diferente dos filmes do Exterminador do Futuro, quando viajamos no tempo dentro da série, viajamos com nossas coisas e roupas, o que é uma boa coisa”, disse Jorge Garcia rindo. “Portanto acredito que se estávamos em contato com a kombi naquele período, é possível que ela tenha se deslocado conosco. Ou talvez só a ilha viajou no tempo, ao passo em que ficamos exatamente onde estávamos, como Juliet que acabou aparecendo mais ou menos no mesmo ponto, ainda que mais ferradinha.” Leia-se morta, praticamente.
A última vez que vimos Vincent, ele estava com Rose e Bernard. Onde ele está agora? E onde ele está na realidade paralela?
Lindelof confirma que a última vez que vimos Vincent ele estava bem vivendo em família em 1977. Cuse por sua vez disse o seguinte, “Tudo o que podemos dizer é que vocês verão Vincent de novo no curso da temporada e prometemos que ele terá um final feliz.”
Na realidade paralela, o pai de Locke, Anthony Cooper é convidado para o casamento do filho com Helen. Com isso em mente, como o Locke ficou paralisado?
Cuse e Lindelof amam essa pergunta e indicam que devemos ver Cooper de novo bem como descobrir como Locke ficou paralisado. “É óbvio demais que algo diferente aconteceu”, diz Cuse. “Ninguém convidaria para seu casamento, alguém que roubou seu rim e te empurrou 14 andares abaixo por uma janela.”
Qual é o mistério de Walt? Acredito que ele seja o único personagem não morto cuja aparição vimos na ilha.
Tudo o que Lindelof diz, é que Walt é um personagem com “habilidades especiais”. Se aquela aparição foi o Walt verdadeiro ou o monstro de fumaça ainda será determinado. À propósito, Cuse acrescenta que eles estão tentando arrumar uma forma de reintroduzir Walt antes do fim da série.
Na realidade paralela, Jack tem um filho chamado David. Mas quem é a mãe do garoto?
Presumivelmente a esposa de Jack, Sarah – pelo menos é isso que espera a atriz Julie Bowen. “Se eu não for a mãe, vou me sentir traída!”, diz ela. “Com quem ele estaria dormindo?” Em breve devemos descobrir já que bowen vai pro Havaí esse mês para gravar um episódio especial de Modern Family, comédia da ABC que protagoniza. “Tem sido difícil trazê-la de volta à série por causa da Modern Family, mas parece uma boa coincidência que ela esteja indo pro Havaí... “, disse Cuse de forma enigmática.
Foi surpreendente e chocante ver que o nome da Kate não aparecia na caverna, mas aparecia no círculo do farol. O que há por trás disso?
A verdadeira pergunta, diz Lindelof, é: “Qual é a relação entre o farol e a caverna? Há várias possibilidades.”
Não confio no homem de preto, mas realmente parece que todos estão mais felizes na relaidade paralela sem a ilha. O que há por trás disso?
O elenco parece não concordar com essa afirmação. Yunjin Kim por exemplo, diz que Sun à princípio vai aparecer feliz nessa realidade paralela, mas não pode dizer que vai terminar feliz de fato.
Será que vamos descobrir por que as mulheres não podiam ter filhos na ilha? Não foi por isso afinal que Juliet foi levada para lá?
Lindelof diz que a série não vai responder isso especificamente, contudo, “sentimos que já demos a vocês alguns dados essenciais para que descubram isso por conta própria.” Humm... que tal mais dicas para quem não entendeu? “Claramente, Ethan nasceu na ilha em 1977”, diz Lindelof. “Ele foi o ultimo bebê que conhecemos, que nasceu na ilha. E então algo aconteceu entre 1977 e quando a história acontece em 2004 (quando Claire chegou com uma gravidez de oito meses) onde já fazia muito tempo que as mulheres não tinham mais filhos na ilha. O que pode ter acontecido entre esses dois pontos que pode ter criado esse problema de fertilidade?”
Por que Aaron é especial?
“Há um tema recorrente com crianças especiais na nossa série – como Aaron e Walt”, nota Yunjin Kim. Mas, mais do que ficar preocupado se Aaron pode lançar lases com os olhos”, Cuse diz que os fãs deveriam se focar em como a existência dele está afetando os personagens na ilha, especificamente Kate, que disse que a missão dela era voltar para ilha e encontrar Claire para levá-la de volta ao mundo exterior para que pudesse ser a mãe de seu próprio filho.
Se Jacob morreu no fogo, então podemos realmente confiar na ‘pessoa’ aparecendo para Hurley? Não poderia ser o homem de preto assumindo uma outra forma?
Não, diz Jorge Garcia. “Hurley é o único que pode ver Jacob, portanto tenho plena confiança de que aquele é mesmo Jacob”, diz ele. Cuse por sua vez, confirma, “Podem acreditar que aquela é uma representação de Jacob mesmo.”
Por que o homem de preto agora está preso à forma do corpo do Locke como Ilana mencionou?
De acordo com Lindelof, “Há regras que ditam como a ilah funciona, e uma delas é que quando Jacob morre, qualquer que seja a forma que o monstro tenha não pode ser mais alterada.”
E o Sayid, é só um homem morto andando por aí?
“Não”, afirma categoricamente Naveen Andrews. “Ele não está morto. Para mim, ele continua sendo a mesma pessoa, mas com uma alma desolada.”
De quem são os outros nomes que não reconhecemos na caverna e naquela roda de Jacob? Nomes de amigos e de gente da equipe que faz a série, talvez?
Lindelof assegura que dedicaram bastante tempo para selecionar os nomes que vimos tanto na caverna quando na roda, e que se aquilo se tratasse apenas de homenagens a membros da equipe, diminuiria o trabalho de Jacob de selecionar seus candidatos. Dito isso, podemos descobrir ou não mais coisas sobre quem são aqueles outros nomes.
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E aí, você perguntaria mais alguma coisa específica pros caras se tivesse a chance?
Sabe quem vai aparecer no ep. 6x08 “Recon”?
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Centrado em Sawyer, “Recon” revelará uma lado totalmente novo do personagem na realidade paralela ao mesmo tempo em que o mostrará envolvido em alguma ação importante na ilha. Dito isso, vejam só quem vai aparecer nesse episódio em participações especiais:
Alan Dale como Charles Widmore; Rebecca Mader como Charlotte Lewis; Kimberley Joseph como Cindy; Neil Hopkins como Liam Pace (sim, o irmão de Charlie); Sheila Kelley como Zoe, Jodi Lyn O’Keefe (a vilã Gretchen de Prison Break) como Ava; Fred Koehler como Seamus; Allen Cole como sargento; Mickey Graue como Zack; Kiersten Havelock como Emma; Christopher Johnson como policial e Michael Green como advogado.
Fonte: Lost Spoilers
O que significa ser um candidato e o que é a realidade paralela
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No episódio The Substitute, descobrirmos que os números (4, 8, 15, 16, 23 e 42) correspondem a um grupo de pessoas denominados como ‘candidatos’: Locke, Hurley, Sawyer, Sayid, Jack e Jin ou Sun, respectivamente. O homem de preto diz que eles são candidatos a assumirem o posto de Jacob como protetores da ilha. Mas será que deveríamos acreditar no que ele disse? E afinal, o que significa ser um candidato? Os produtores Damon Lindelof e Carlton Cuse comentam.
“O conceito dos candidatos é realmente central para a última temporada da série”, disse Cuse ao Tv Guide. “Jacob está morto e isso representa um problema bem significativo para as pessoas na ilha. Quem está destinado a ser a pessoa que vai proteger aquele lugar?”
“Uma das grandes perguntas da série é: Por que essas pessoas foram levadas para a Ilha?”, lembra Lindelof. “Agora pelo menos temos uma ideia – se Jacob é o responsável por tê-los levados até ali – de que isso tem algo a ver com o fato de que ele os estava observando por algum tempo. Agora temos a informação de que ele tinha aquele farol que permitia a ele ver aquelas pessoas e acompanhar suas vidas. Por alguma razão, ele os escolheu. Vamos descobrir qual é essa razão ao longo das próximas semanas.”
E como essa razão se relaciona com a realidade paralela (os flash sideways), aquele universo onde o Oceanic 815 pousou em segurança em Los Angeles? Já vimos que algumas coisas mudaram significativamente lá (Jack tem um filho), enquanto para outros, alguns detalhes continuam os mesmos (Locke ainda está numa cadeira de rodas, mesmo parecendo manter uma boa realação com o homem que vimos ser o responsável por aquilo). Então, quem é a mãe de David Shephard e como Locke ficou paralítico nessa realidade? “Todas essas perguntas são corretas de serem feitas”, diz Edward Kitsis, também produtor e roteirista da série. “Essas perguntas estão relacionadas a coisas que quando escrevemos os episódios, realmente queríamos que vocês questionassem”, acrescentou Adam Horowitz, outro que também escreve e produz Lost.
Ao passo em que muitos fãs reclamam que a narrativa da realidade paralela tem sido uma distração desnecessária para a temporada, Lindelof enfatiza que ela é de fato muito importante. “As pessoas estão dizendo que não precisam ver essas histórias, mas tudo o que podemos dizer é que elas são absolutamente 100% necessárias para contar a história toda de Lost, e esperamos que no fim da temporada isso fique bem óbvio”, disse ele.
Aqui vai uma questão que pode confundir sua mente: se você morre em um universo, o que acontece com seu corpo nos outros? “Charlie e Boone morreram na ilha, mas aparecem bem na paralela”, ressalta Lindelof. “Agora, o que acontece se você morre na paralela? Essa sim é uma pergunta interessante.” Resumindo: veremos muitas mortes nessa temporada? “Depende do que significa muito para você”, diz Kitsis. “Para mimnha mãe, uma já é coisa demais.”
E aí, quem você acha que vai morrer? E a realidade paralela, tá curtindo?
Ep. 6x07 "Dr. Linus" - Streaming ao vivo
Ao que tudo indica, essa semana canadenses e americanos verão o episódio na mesma hora, 21 de lá, 23h no horário de Brasília. Até aqui, as 3 opções que venho destacando tem funcionado bem, portanto continuemos com elas: 1 , 2 , 3 (blog que promete exibir. Senha deve ser liberada 10 min antes da transmissão). Boa diversão!A enciclópedia de Lost e a vitória de Michael Giacchino no Oscar
Prometendo ser o guia de referências definitivo e oficial de personagens, itens de cena, locações, tramas, relacionamentos e principalmente da mitologia da série, chega às lojas americanas no dia 24 de agosto (mesmo dia do já confirmado lançamento do DVD e do Blu Ray da 6ª temporada e também da série completa) a Enciclópedia de Lost. Compilada por Tara Bennett (da Sci Fi Wire) e Paul Terry (da revista oficial de Lost), a enciclópedia de 400 páginas e mais de 1500 imagens terá prefácio dos produtores Damon Lindelof e Carlton Cuse e já nasce criando a expectativa de trazer curiosidades de bastidores relativas à evolução da série e tudo o que cercou sua complexa produção no Havaí. Interessou? Então aproveite a pré-venda e encomende a sua desde já!Ok, a frase nem é mais essa quando o ganhador do Oscar é anunciado, mas o que interessa mesmo é que Michael Giacchino, o mago por trás da brilhante trilha sonora de Lost desde a 1ª temporada faturou o Oscar de melhor trilha sonora original por seu emocionante trabalho na amimação “Up – Altas Aventuras”. Giacchino, que é um nome cada vez mais em evidência na indústria, é coloborador constante nos filmes da Pixar e já havia sido indicado em 2008 por Ratatouille. Além de “Up”, também foi dele a trilha de Star Trek, filme de J.J. Abrams em 2009. Em seu discurso de agradecimento que você confere abaixo, Giacchino fala de seus pais que sempre o incentivaram a ser criativo e diz que ninguém tem que ter medo de ser criativo porque isso nunca é perda de tempo. Bacana, não?
Domingo, Março 07, 2010
Videocast#2 - Os Mistérios de Lost
Assista e conte para nós: quais os mistérios você considera mais ou menos importantes na série?
Participação especial do Guri, que recebeu seu cachê em petiscos! :)
Sexta-feira, Março 05, 2010
Dudecast 43ª Edição (Episódio 6x06 "Sundown")
Na 43ª edição do Dudecast, um convidado especial vindo direto do excelente Série Maníacos: Michel Arouca, que na 1ª parte do papo, me fez companhia discutindo alguns dos pontos mais relevantes de "Sundown", como a 'visita' do monstro ao Templo, a promessa do falso Locke, Sayid abraçando seu lado mais obscuro e muito mais. Já na 2ª parte, Juliana e eu repercutimos alguns dos muitos e-mails recebidos numa conversa que rendeu bastante coisa bacana. Divirtam-se!
Para baixar clique AQUI

Quinta-feira, Março 04, 2010
Ep. 6x06 “Sundown” – Easter Eggs, curiosidades e repercussão
Do reencontro de Sayid com Nadia na realidade paralela onde ela é casada com Omer, irmão mais velho do iraquiano, é curioso lembrar que as palavras escritas por ela na fotografia deixada com Sayid pouco depois dele a ter ajudado a fugir da prisão no Iraque soam agora quase como uma premonição de certa forma. “Você vai me encontrar em outra vida, se não nessa”, o que não deixa de ser uma verdade revelada neste episódio, certo?
Agora, o que Sayid faz nessa realidade paralela, no final das contas? Imaginar que ele ainda colabore com a CIA parece razoável a partir do momento em que aquela história de que vivia viajando pelo mundo traduzindo contratos para empresas petrolíferas fica ilógica demais, não?
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“Achei que seria melhor se você estivesse morto.” (Dogen) “Sou um homem bom.” (Sayid)
Da boa cena da luta entre Dogen e Sayid, o ponto mais interessante veio mesmo do momento em que Dogen desiste de matar o iraquiano quando lembra que não estava ali para isso ao ver a bola de baseball, uma lembrança do filho que deixara para trás fora da Ilha para cumprir um acordo feito com Jacob, conforme vimos mais tarde.
De Sayid, àquela altura víamos um homem desesperado para provar àquele que o acusara de estar infectado pelo mal, de que ele ainda tinha algo bom nele.
Claire, (F)Locke e as cinzas na entrada do Templo. Daquela cena, no mínimo curioso ver a loira questionando por que ela deveria ir ao Templo em vez de Jin ou Sawyer e logo em seguida cobrando sobre a promessa que ele tinha lhe feito. Interessante também notar que naquele momento, a impressão que tínhamos a respeito do propósito de Claire em passar por ali seria o de romper o círculo de proteção dado pelas cinzas, proteção essa que mais tarde descobrimos ter outra origem ali no Templo.
“Eu sei o tipo de homem que você é”, disse Omer, agora um adulto, mas que ainda covarde, não conseguia resolver seus problemas sozinho como vimos num flashback do episódio “He’s Our You”, o décimo da temporada passada. Desesperado na tentativa de fazer o irmão ajudá-lo em seu problema com agiotas, o cara chega a apelar reconhecendo a afeição de Sayid por Nadia para tentar convencê-lo. Frio, Sayid no entanto rechaça o pedido dizendo,“Não sou mais aquele homem”, que foi mais uma tentativa do iraquiano em fugir do passado que constantemente o assombrava.
“Fui banido. Aparentemente sou mau.” Na conversa com Miles, a confirmação do que já suspeitávamos: Sayid de fato estava morto antes de misteriosamente voltar à vida. Dessa cena, curioso notar que ocorra justamente no momento em que Claire entra no pátio do Templo, o que poderia até ser interpretado como uma dica de que o mesmo que aconteceu com Sayid poderia ter acontecido com ela durante sua estadia naquele local, um pedaço da história da loira durante esses três anos que ainda está no ar.
A ida de Nadia e Sayid ao San Sebastian onde Omer estava depois de se ‘acidentar’, resulta numa rápida aparição de Jack. Sabe aquele papo de que mesmo em outra situação os losties estariam fadados a se cruzarem? Pois é.
De novo usado como arma, Sayid se surpreende ao ver que não conseguiria matar (F)Locke e ao perceber que fora manipulado por Dogen, que só queria que ele morresse nas mãos do monstro, assim como já tentara fazer através de Jack antes.
Ainda daquela cena, vale destacar o padrão de (F)Locke no argumento em que usava com os losties. Se no episódio “The Substitute”, o vimos dizendo a Sawyer, “e se eu te respondesse a pergunta mais importante do mundo?”, agora o vimos dizendo a Sayid, “E se você pudesse ter qualquer coisa no mundo?”. Usando a sedução de dar algo que seria impossível como arma, (F)Locke sempre oferece algo de forma bem objetiva (o que certamente também fez com Claire como ficou indicado antes), uma característica que acrescenta mais um elemento interessante em toda essa discussão envolvendo Jacob e o monstro/(F)Locke.
O aviso de Sayid no Templo. “Quem quiser ir embora está livre. Quem ficar, morre.” Mais objetivo, impossível, não? Pois é, mas por que (F)Locke dá a chance de alguns se juntarem a ele indicando que Jacob os prendia naquele lugar? Qual é sua real intenção ao usar Sayid para dar a mensagem? Dizer que aqueles que não se juntassem a ele, estariam contra ele? Como vimos mais tarde, sim.
No reencontro de Kate e Claire, a loira cantava a música “Catch a Falling Star”, sua preferida para Aaron e que a própria Kate já apareceu cantando para o garoto antes em um episódio da 4ª temporada quando vai se encontrar com a ex-amante e parceira de Sawyer. Sobre a revelação da sardenta a Claire de que ela de fato tinha levado o garoto para fora da Ilha onde o criou, vale observar que a reação de Claire com aquele olhar voutematarsuafilhadapii talvez pudesse ser evitada se Kate tivesse dado uma informação absolutamente simples, mas relevante: Aaron estava com a avó fora da Ilha. O que me deixa curioso no momento é ver como Claire reagirá com (F)Locke, que ao que tudo indica, sempre garantiu à loira que Aaron estava no Templo.
A reaparição dos outrora mercenários de Widmore liderados por Martin Keamy, que nessa realidade paralela continuava atuando na clandestinidade, dura pouco, afinal, ao se revelarem como sendo os responsáveis pela hospitalização do irmão de Sayid, eles despertaram no iraquinao a postura do homem que já dizia não mais ser e que mata a sangue frio.
Ainda daquela sequência, interessante imaginar o que aconteceu com Jin entre ser detido no aeroporto e aparecer amarrado num depósito do restaurante de Keamy. Pode nem ter nada a ver, mas suponho que descobriremos que aquele dinheiro seria referente a algum pagamento do Sr. Paik, e que insatisfeitos por terem perdido o dinheiro, os agiotas em questão pegaram Jin e o mantiveram ali até encontrarem uma forma de estorquí-lo
A história de Dogen, em muitos aspectos parece implicar uma visita a uma antiga teoria de muitos fãs de que a Ilha seria um purgatório. Contudo, como produtores/roteiristas da série já repetiram mil vezes que a Ilha não se trata disso, podemos pelo menos enxergar nela a função de um um purgatório para homens que cometeram erros terríveis em suas vidas e tiveram que pagar um preço ficando presos àquele local. Visitado por Jacob, claro, Dogen deixou sua vida para trás no Japão sob a promessa de que seu filho seria salvo mesmo que isso significasse jamais poder voltar a vê-lo. Disso e da proposta que Sayid recebeu, extrai-se uma conclusão momentânea no mínimo curiosa: enquanto as ofertas de (F)Locke/monstro parecem sempre ter um tom de recompensa, as de Jacob parecem sempre punitivas de alguma forma, o que, claro, ainda não significa dizer quem é o mocinho ou o vilão dessa história, se é que há um ou outro, afinal, como já comentei diversas vezes e vocês estão cansados de saber, maniqueísmo não combina com Lost.
Sobre a chocante vingança de Sayid, que a princípio pareceu até exagerada depois que ele ouviu a história de Dogen, uma explicação razoável para entendermos aquilo é considerar que (F)Locke o pedira que matasse tanto o japonês* quanto seu intérprete, Lennon. Fora isso, é óbvio que depois de ter sua vida ameaçada pelo líder do Templo duas vezes, o iraquiano não quis correr novos riscos.
*Não me pergunte por que Dogen era a única coisa que mantinha o monstro fora do Templo conforme dito por Lennon pouco antes de morrer, porque não faço ideia. Alguém se habilita a especular?
O assustador ataque do monstro rendeu mais uma boa cena de ação nesse movimentado episódio e serviu para aliviar a folha de pagamento de extras na série. Ok, essa foi forçada, mas não podia perder a ‘piada’. Dito isso e falando sério, vi algumas pessoas reclamando (mais uma vez) dos efeitos especiais daquela sequência que para mim pareceram bem satisfatórias, e para vocês?
Quem diria que passaríamos a ver Ben tentando genuinamente ajudar alguém, hein? Interessante essa pequena(?) mudança de rumos do personagem, que testemunhou Sayid se entregando (até com certo conforto eu diria) à escuridão do pôr do sol e ao seu maior fantasma: o do assassino frio que tanto queria negar e esconder no passado. Aliás, alguém aí se assustou com o sorriso ameaçador do iraquiano que fez Ben sair correndo rapidinho?
Ao som de Catch a Falling Star, a aterrorizante cena final do episódio mostra o resultado da visita do monstro ao Templo e, claro, evidencia mais uma divisão estabelecida na Ilha: de um lado (F)Locke e seus seguidores, do outro os fiéis a Jacob. Onde isso vai dar? Que o nascer do sol nos responda nos próximos episódios.
Repercutindo o episódio
“Com um ritmo bem mais acelerado do que o episódio anterior, Lost agora parece ter entrado em ritmo de final de temporada, embora tenhamos chegado apenas ao fim do primeiro terço - e isso é bom e apropriado, mesmo que às vezes dê a impressão de que certos incidentes ocorreram de forma conveniente demais, como a chegada de Kate (ela não ia procurar Claire?), Ben, Sun e os demais em um momento-chave. Por outro lado, é preferível que as coisas aconteçam subitamente do que demorem mais do que o indicado - e Lost é famosa por arrastar mistérios até que eles se tornem mais importantes do que deveriam, gerando um anti-clímax que pode ser frustrante quando são finalmente esclarecidos (mesmo que a explicação seja coerente).”
Pablo Villaça – Cinema em Cena
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“... o primeiro grande impacto do episódio veio logo de cara quando o iraquiano cumpriu à risca o seu dever esfaqueando o “mal encarnado” de UnLocke, desencadeando o maior evento e provável game changer da temporada. A promessa do reencontro com sua amada Nadia fez com que Sayid colocasse de lado toda a razão que sempre carregou para levar a mensagem de morte e desespero ao templo, aceitando seu sombrio destino logo após a execução de seu novo objetivo. E afinal, quem é realmente bom e mau nesta história?”
Bruno Carvalho – Ligado em Série
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“O homem de preto levantou uma suspeita maravilhosa quando disse que Sayid ainda poderia ter Nadia. Serie ele, o responsável pela nova realidade do voo 815, possibilitando que os personagens, tenham um novo recomeço, dessa vez fora da ilha? Se sim, esses flashsideways seriam flashforwards de algo que acontecerá quando o homem de preto, enfim, vencer? É uma teoria interessante, mas muito improvável de ser apresentada tão facilmente no sexto episódio. Os produtores não iriam entregar o maior mistério da temporada (como eles mesmo afirmaram) de bandeja.”
Caio Mello – Apaixonados por Séries
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“Ver Sayid servindo de mensageiro, deixando a maldade entrar e matando Dogen e Lennon, evocou um sentimento de euforia que não se via há muito tempo na série quando relacionado a ação. Cada segundo que se passava era um segundo a menos até o pôr do sol e o medo crescia, era intenso e maravilhoso observar aquelas pessoas quebrando sobre pressão. No fim, a primeira parte da temporada acaba, abandonando o seu local principal e voltando as raízes, as florestas e praias, contando melhores histórias e colocando ainda mais peças no genial quebra cabeça que Lost tão bem armou no decorrer de mais de cem episódios.”
Mateus Borges - Série Maníacos
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“À medida em que as duas últimas semanas nos trouxeram versões diferentes de Locke e Jack em que ambos conseguiram quebrar seus ciclos emocionais – um Locke em paz com sua situação e uma boa vida, um Jack que se conectou com o filho de uma forma que Christian jamais conseguiu com ele -, descobrimos que Sayid em qualquer situação, em qualquer lugar, em qualquer idade, sempre será aquele chamado quando o assunto envolve violência. Ele não quer isso, mas não consegue fugir. Aquele outro Locke tem uma vida, Jack tem um filho e esse outro Sayid tem... uma chance de meter balas em Keamy? E de ver sua amada Nadia constituindo família com seu próprio irmão Omer – o mesmo que precisou que Sayid ainda criança matasse uma galinha para ele, e que agora como adulto precisou dele para resolver o problema envolvendo Keamy? Onde está a justiça nisso?”
Allan Sepinwall – What’s Allan Watching
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“ Sayid poderia culpar o lamentável estado de seu espírito. Ele podia dizer que ele era fruto de manipulação maquiavélica. Poderia dizer que é conspiração divina. Porém, mais do que isso, Sayid culpa a si mesmo. “Sundown” nos lembrou da espiritualidade de Sayid e de que apesar de sempre ter dito que era um ‘homem bom’, ele nunca conseguiu ficar em paz com seu passado como torturador da Guarda Republicana de Saddam Hussein e mais tarde da CIA. Ele está mais do que afundado nessa lama e sente que merece aquilo.”
Jeff Jensen – EW
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“Não foi surpresa ver Sayid abrindo caminho para o Evil Jacob até o templo... Aliás foi sensacional o ataque no local, com todo mundo correndo feito louco, destruição e tals. Curti mesmo. E com isso a série dá mais uma guinada para outra coisa inesperada, porque é meio óbvio que a parte no templo acabou. Sou só eu que não consegue imaginar NADA do que esses malucos (os produtores) estão planejando? Não, né?”
Ricardo Rente – Território Nerd
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“Se você está esperando um caminhão de revelações bem explicadinhas em algum desses episódios restantes, você pode se lamentar lá frente. “Sundown provou que Lost pode ser absolutamente prazerosa sem precisar revelar nada, e experimentar essa energia me fez perceber do que mais vou sentir falta quando a série acabar – a diversão.”
Jon Lachonis (DocArzt) – UGO
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“Eu não podia ligar menos para a realidade paralela, cada vez mais sem sentido para a trama, para a evolução da temporada, para o grande final. Sayid será sempre um homem violento não importa a realidade, mas no fundo Sayid é um homem bom e as circunstâncias é que o fazem usar a violência, meio como um Jack Bauer das arábias. E ele nunca vai conseguir se perdoar pelos seus atos, e isso leva aonde?”
Claudia Croitor – Legendado
Em entrevista, Michael Emerson dá dica de possível spoiler
O título diz tudo, né? Agora é com você.
Leia mais... ou não
Conversando com o The Huffington Post, sobre a marcante cena em que faz um breve discurso no enterro de Locke na Ilha e outras coisas relativas a essa temporada, Michael Emerson (Ben) parece ter deixado escapar um possível spoiler. Perguntado se seu personagem ainda estaria vivo na reta final da temporada uma vez que ele volta a gravar a partir da próxima semana, Emerson disse o seguinte: "Já tivemos tantas mortes pelo caminho até o ponto em que gravei, que considero razoável dizer que alguns personagens estão vivos apenas em uma determinada realidade."
Ok, Michael, você quer nos dizer que Ben vai morrer em uma dos dois cenários, é isso? Se for, vou arriscar um chute e dizer que veremos o personagem ser morto por seu pai, Roger, na realidade paralela já no próximo episódio. Seria no mínimo curioso e chocante, claro, vê-lo dando o troco no filho, não?


















